Se durante o sono, onde sonhamos, o nosso verdadeiro ego se manifesta mais livremente. Se quando sonhamos temos a capacidade de fazer aquilo que realmente queremos, dizer o que realmente pensamos, lutar contra aqueles que pensamos ser os inimigos. Se podemos fazer tudo isso dormindo, não é melhor aproveitarmos o momento? Algumas pessoas voam durante o sonho, sentem-se livres, visitam seus locais preferidos, amam os seus amores impossíveis e experimentam sensações que talvez nunca se concretizem no mundo material, fazem as mais variadas ações sem pensarem nas consequências, pois no sonho elas não existem. Falo aqui claro dos sonhos onde temos controle, onde sabemos que estamos sonhando, pois os sonhos podem vir às vezes (normalmente) com pinceladas de crueldade, medo,dor,terror, onde se manifestam como pesadelos cruéis e quase intermináveis. Esquecendo o lado negro do sonho, é bom aproveitarmos os momentos íntimos com nós mesmos, descobrindo a nossa verdadeira pessoa, mesmo que isso não passe de uma "armadilha" do cérebro, uma ilusão provocada pela nossa natureza animal.
Sonhar sem receio de errar, exagerar, sem medo de se jogar em precipícios, pois afinal, é apenas mais um sonho.
+ Ego +
Pensamentos egoístas sobre o egoísmo.
quarta-feira, 21 de dezembro de 2011
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
Sê humano:Sentimentos opostos como simplicidade íntima.
Pode-se imaginar o repúdio como algo ruim, talvez ele se manifeste de uma forma não muito confortável em alguns. Essa aversão a tudo que não é do interesse pessoal, torna-se mais intensa quando já não há mais motivos para disfarçar, suportar, melhor, simplesmente fingir que aquilo não incomoda. É um estado intimo que vai-se tornando público a medida que não se sabe como controlá-lo, se é que repudiar algo, possa estar no controle da situação humana.
Algumas pessoas podem simplesmente conviver com isso de maneira amena, mesmo que eu não tenha conhecimento de alguém assim, mas acredito que possa. Outros, conseguem viver mas carregam a cada dia um peso enorme, pois não encontram uma maneira de descarregar esse problema. Ser indiferente parece a melhor opção no caso. Compreender o seu objeto de repúdio pode ser uma boa saída, claro, corre-se o risco de se conhecendo melhor o problema o mesmo aumente, todavia pode ser que ele se extinga.
Qual o motivo do repúdio? Geralmente está associado a alguma mágoa, algum assunto não resolvido ou um simples preconceito.
São as emoções e sentimentos humanos que nos fazem assim, humanos.
Então, repudiando ou não, querendo compreender ou não, sendo indiferente ou não, não se repudie por às vezes ter sentimentos considerados pela ética vigente como sendo maus.
Somos humanos, animais como qualquer outro, que temos medo, ódio,inveja,mágoa. Temos tudo isso e muito mais.
Algumas pessoas podem simplesmente conviver com isso de maneira amena, mesmo que eu não tenha conhecimento de alguém assim, mas acredito que possa. Outros, conseguem viver mas carregam a cada dia um peso enorme, pois não encontram uma maneira de descarregar esse problema. Ser indiferente parece a melhor opção no caso. Compreender o seu objeto de repúdio pode ser uma boa saída, claro, corre-se o risco de se conhecendo melhor o problema o mesmo aumente, todavia pode ser que ele se extinga.
Qual o motivo do repúdio? Geralmente está associado a alguma mágoa, algum assunto não resolvido ou um simples preconceito.
São as emoções e sentimentos humanos que nos fazem assim, humanos.
Então, repudiando ou não, querendo compreender ou não, sendo indiferente ou não, não se repudie por às vezes ter sentimentos considerados pela ética vigente como sendo maus.
Somos humanos, animais como qualquer outro, que temos medo, ódio,inveja,mágoa. Temos tudo isso e muito mais.
domingo, 11 de dezembro de 2011
A democracia musical
A música é algo muito democrático. Desde os mais pobres aos mais ricos podem desfrutá-la com pouco: os ouvidos. E ela expressa exatamente aqui que se deseja ouvir. Podem ser os problemas sociais, existenciais, os romances frustruados (que sempre estão em alta) e o simples fato de poder se mover seguindo um ritimo. Todo o resto é consequência. Quando um texto ganha movimento e ritimo ele pode mover qualquer coisa e por qualquer coisa quero dizer acima de tudo o ser humano. Nós somos pobres,sempre o fomos, lidamos com tremendos perigos todos os dias e o pior de tudo, sabemos disso. Mas conseguimos mesmo assim construir meios para nos livrar ou mascarar esses problemas. A música deve ter sido uma das melhores coisas criadas pela nossa raça. Ela acalma e agita, ao mesmo tempo que nos faz refletir ou desdenhar. Concentração e força. E o texto ganha proporções gigantescas quando é acolhido por determinado grupo.
A música sempre será (espero), um meio para que possamos esquecer tantos desafios, afinal, ninguém gosta de desafios, de enfrentá-los, mais fácil seria se não existissem.
Por isso eu canto, danço, componho,e dissemino dentro de mim o rítimo que preferir. Todos nós deveríamos fazer o mesmo. Seja você o que for, ou o que queira ser, a música estará ai se precisar dela e por mais que você seja, ou pareça ser imóvel, um dia terá que se mover! Pode ser agora.
A música sempre será (espero), um meio para que possamos esquecer tantos desafios, afinal, ninguém gosta de desafios, de enfrentá-los, mais fácil seria se não existissem.
Por isso eu canto, danço, componho,e dissemino dentro de mim o rítimo que preferir. Todos nós deveríamos fazer o mesmo. Seja você o que for, ou o que queira ser, a música estará ai se precisar dela e por mais que você seja, ou pareça ser imóvel, um dia terá que se mover! Pode ser agora.
quarta-feira, 7 de dezembro de 2011
Uma nova tendência: A Indiferença Pessoal
É possível simplesmente negar tudo o que vemos. Não querer ouvir o que ouvimos e nem sentir aquilo que sentimos. Podemos, e esta é a tendência, deixar para o passado todos os mitos que carregamos até agora e assim criando uma atmosfera impenetrável de um materialismo e indiferença quase cruéis. Colocamos em frente aos nossos olhos uma frase "Amarei apenas aqueles que me amam", desta frase derivam as outras, tudo isso pois nos tornamos egoístas. Egoístas, nós nos tornamos aquilo que mais odiávamos, mas foi a maneira encontrada para nos proteger de tantas e tantas mentiras. Nossos deuses, heróis,sonhos, todos foram frustrados e nossa fé tornou-se um caminho perturbador. Vamos aos poucos procurando mais e mais respostas, pois é isso que nos mantém vivos, se assim não fosse teríamos terminado com nossa vida. Conseguimos nos adaptar às frustrações, quando a cada instante que a nossa nova crença se mostra falha, logo estamos procurando outra e outra até que não saberemos mais onde procurar.
E onde isso irá parar? Não temos a mínima ideia. Mas é possível simplesmente negar tudo o que vemos. Não querer ouvir o que ouvimos e nem sentir o que sentimos é um direito que ninguém pode nos tirar. Entretanto, corremos o risco de continuarmos presos em um mundo de mentiras, sem ao menos tentar encontrar a verdade, mesmo, mesmo que ela não exista.
E onde isso irá parar? Não temos a mínima ideia. Mas é possível simplesmente negar tudo o que vemos. Não querer ouvir o que ouvimos e nem sentir o que sentimos é um direito que ninguém pode nos tirar. Entretanto, corremos o risco de continuarmos presos em um mundo de mentiras, sem ao menos tentar encontrar a verdade, mesmo, mesmo que ela não exista.
terça-feira, 29 de novembro de 2011
O primitivismo espiritual do mundo moderno
Teorias revolucionárias! Que pena, parece que estas não revolucionam em nada, pelo menos não abrangem um todo completo, não têm uma magnitude bem mais ampla, ficam restritas aos que por elas se interessam.Mas então...revolucionárias?
O mundo ainda está afogado em todas as supertições desnecessárias. Desde a influência dos signos do Zodíaco, até o apego desesperado às religiões. O mundo não quer uma resposta satisfatória, ele sempre busca aquilo que não pode alcançar. Para o mundo a verdade nunca pode ser descoberta e se ela existe não pode ser compreendida. É como se eu tivesse em minha mão, um objeto que chamarei de " alucinacideofocus", e que para mim esse objeto é a razão da minha vida, do meu pensar, falar e agir, eu sei que aquele objeto está lá, mas eu não quero saber nada além disso, talvez com medo de ofender a minha crença. Se eu tentar descobrir o que ele é realmente no íntimo posso ofendê-lo ou pior,e é isso que não quero admitir, é descobrir que o "alucinacideofocus" não passa de um objeto qualquer que perdeu o sentido há 500 anos, quando alguém decidiu estudá-lo de perto e concluiu que ele não é mais valioso ou funcional que aqueles outros.
O mundo não quer nada disso, não quer atiçar a sua curiosidade, não quer provocar o comodismo que está ai, todos os dias estampado nos nossos olhos.
O mundo prefere os remédios alucinógenos,que nos impedem de observar a realidade que não é fantástica ou que a qualquer momento irá se revelar espiritual, não, a realidade é o que sentimos com os nosso sentidos humanos o resto é ilusão que nós mesmo gostamos de provocar, nós o mundo.
Então, as teoria revolucionárias trilham um caminho ardúo pois têm que lidar com as supertições, têm que lidar com coisas que não estão acostumadas, pois estas lidam com o natural e encontram pela frente fervoroso defensores da sobrenaturalidade, do ocultismo, do " nunca conheceremos o sentido de tudo" e há ainda os que dizem " eu já conheço a verdade e ela me libertou". É um quadro sujo pincelado por porcos famintos que traçam linhas imaginárias pois não podem seguir em frente, ou não querem, sem uma força que não existe senão em suas mentes perturbadas.
Mesmo assim, eu ainda confio que o progresso se dará com as teorias revolucionárias, mesmo que elas tenham um longo caminho de provas e sofrimento diante das convenções espirituais.
O mundo ainda está afogado em todas as supertições desnecessárias. Desde a influência dos signos do Zodíaco, até o apego desesperado às religiões. O mundo não quer uma resposta satisfatória, ele sempre busca aquilo que não pode alcançar. Para o mundo a verdade nunca pode ser descoberta e se ela existe não pode ser compreendida. É como se eu tivesse em minha mão, um objeto que chamarei de " alucinacideofocus", e que para mim esse objeto é a razão da minha vida, do meu pensar, falar e agir, eu sei que aquele objeto está lá, mas eu não quero saber nada além disso, talvez com medo de ofender a minha crença. Se eu tentar descobrir o que ele é realmente no íntimo posso ofendê-lo ou pior,e é isso que não quero admitir, é descobrir que o "alucinacideofocus" não passa de um objeto qualquer que perdeu o sentido há 500 anos, quando alguém decidiu estudá-lo de perto e concluiu que ele não é mais valioso ou funcional que aqueles outros.
O mundo não quer nada disso, não quer atiçar a sua curiosidade, não quer provocar o comodismo que está ai, todos os dias estampado nos nossos olhos.
O mundo prefere os remédios alucinógenos,que nos impedem de observar a realidade que não é fantástica ou que a qualquer momento irá se revelar espiritual, não, a realidade é o que sentimos com os nosso sentidos humanos o resto é ilusão que nós mesmo gostamos de provocar, nós o mundo.
Então, as teoria revolucionárias trilham um caminho ardúo pois têm que lidar com as supertições, têm que lidar com coisas que não estão acostumadas, pois estas lidam com o natural e encontram pela frente fervoroso defensores da sobrenaturalidade, do ocultismo, do " nunca conheceremos o sentido de tudo" e há ainda os que dizem " eu já conheço a verdade e ela me libertou". É um quadro sujo pincelado por porcos famintos que traçam linhas imaginárias pois não podem seguir em frente, ou não querem, sem uma força que não existe senão em suas mentes perturbadas.
Mesmo assim, eu ainda confio que o progresso se dará com as teorias revolucionárias, mesmo que elas tenham um longo caminho de provas e sofrimento diante das convenções espirituais.
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
O riso como expressão insensível
Sorrir, ou melhor rir! Esta é uma característica particular do ser humano.Sorrimos quando estamos alegres, frustrados ou simplesmente quando queremos, afinal sorrir é o melhor remédio, dizem alguns.Mas e quando o sorriso se torna uma arma para mascarar um insulto. Sim, algumas pessoas sorriem quando não podem simplesmente ofender com palavras. Quando alguém sofre uma queda, ou deixa cair algo, ou se comporta de maneira diferente do que estão acostumado à ver.O sorriso aí age como uma máscara e então é disparado junto com um desdém cruel.
Um exemplo disso tudo é o humor. No humor não há sensibilidade, todo o respeito é encoberto pelos sorrisos. Por isso, apenas rimos daquilo que não temos sensibilidade, rimos daquilo que não temos um parentesco ou respeito. O sorriso no humor se baseia no desrespeito com qualidades ou melhor, os defeitos, o estranho, o diferente. Então como pessoas educadas ou medrosas, covardes é o melhor termo, ri-se e com esse sorriso é possível humilhar sem dizer uma só palavra e quando o sorriso é compartilhado com outros seres estúpidos semelhantes torna-se uma arma severa contra aqueles que não estão aguardando o golpe.
Sorrir pode ser não o melhor remédio, mas um poderoso veneno que vai destruindo a dignidade e o íntimo de quem é sua vítima.
Há tantas outras coisas que se mascaram como boas, ou que exprimem a bondade (subjetiva), mas é usada com malícia e perspicácia.
Como, segundo Bergson, "Não há comicidade fora do que é humano" (BERGSON,1924), o que nos resta é sorrir diante de tanta graça, ou melhor me exprimindo, desgraças humanas.
Um exemplo disso tudo é o humor. No humor não há sensibilidade, todo o respeito é encoberto pelos sorrisos. Por isso, apenas rimos daquilo que não temos sensibilidade, rimos daquilo que não temos um parentesco ou respeito. O sorriso no humor se baseia no desrespeito com qualidades ou melhor, os defeitos, o estranho, o diferente. Então como pessoas educadas ou medrosas, covardes é o melhor termo, ri-se e com esse sorriso é possível humilhar sem dizer uma só palavra e quando o sorriso é compartilhado com outros seres estúpidos semelhantes torna-se uma arma severa contra aqueles que não estão aguardando o golpe.
Sorrir pode ser não o melhor remédio, mas um poderoso veneno que vai destruindo a dignidade e o íntimo de quem é sua vítima.
Há tantas outras coisas que se mascaram como boas, ou que exprimem a bondade (subjetiva), mas é usada com malícia e perspicácia.
Como, segundo Bergson, "Não há comicidade fora do que é humano" (BERGSON,1924), o que nos resta é sorrir diante de tanta graça, ou melhor me exprimindo, desgraças humanas.
domingo, 23 de outubro de 2011
A ilusão do bem:A libertação dos instintos humanos
Muitos se guardam em seus pequenos mundos, reclusos com temor de não serem aceitos e este temor se baseia no fato de que realmente não serão. Mesmo que se tenha nascido de determinada maneira, mesmo que naturalmente se sinta normal,o outro mundo, este mundo maior, no qual alguns se inserem mas não fazem parte, expurga tudo o que não seguir seu caminho, por mais paradoxal que pareça.
Então, em cada mundo particular de repressão, surgem inúmeras mágoas e angustias que vão crescendo e atingem um determinado grau, onde, o desejo de fazer parte do grande todo dá lugar
à aversão.
Agora,são os excluídos que não desejam fazer parte deste "caminho certo", eles agora querem seguir o seu próprio mundo e combatem seus principais inimigos. Inimigos estes, conhecidos com o nome de ignorância, preconceito, discriminação e o tão querido e cultivado ódio.
Aquela velha frase hipócrita de "paga-se ódio com amor", não existe mais no vocabulário de quem nunca soube o que é o amor, a não ser o amor-próprio.
É muito fácil dizer frases de efeito, é muito fácil receitar fórmulas, é muito fácil dizer que em algum lugar há um ser invisível que olha por você.
Talvez este ser o veja, observando-o nas suas mais perturbadoras aflições, mas isso, o fato de que este ser exista não garante de nenhuma forma, que ele possa, ou deva ajudá-lo.Então se há um ser tão poderoso assim, que sabe de tudo,pode tudo, está em todos os lugares mas não age para ajudá-lo, só brinca, incita o ódio e o desamor, então esse ser não tem necessidade de existir, pelo menos no mundo interno daqueles que se sentem excluídos.
Não se deve responder o ódio com amor e sim no mesmo tom. O assassinato não deve ser resolvido com o perdão, o estupro idem, o roubo, a agressão física e verbal, nada disso deve ser aceito de bom grado, deve-se responder a tudo isso com a sua ação equivalente devida.
Façamos justiça com as nossas mãos, por que entregar o nosso poder para outros que nem conhecemos? Não há sentido nisso, portanto, aos exluídos, cansados e sobrecarregados de tanta frustração se prostrarem e permanecerem calados.
Ide e vede no se interior e isso vos aliviará.
Então, em cada mundo particular de repressão, surgem inúmeras mágoas e angustias que vão crescendo e atingem um determinado grau, onde, o desejo de fazer parte do grande todo dá lugar
à aversão.
Agora,são os excluídos que não desejam fazer parte deste "caminho certo", eles agora querem seguir o seu próprio mundo e combatem seus principais inimigos. Inimigos estes, conhecidos com o nome de ignorância, preconceito, discriminação e o tão querido e cultivado ódio.
Aquela velha frase hipócrita de "paga-se ódio com amor", não existe mais no vocabulário de quem nunca soube o que é o amor, a não ser o amor-próprio.
É muito fácil dizer frases de efeito, é muito fácil receitar fórmulas, é muito fácil dizer que em algum lugar há um ser invisível que olha por você.
Talvez este ser o veja, observando-o nas suas mais perturbadoras aflições, mas isso, o fato de que este ser exista não garante de nenhuma forma, que ele possa, ou deva ajudá-lo.Então se há um ser tão poderoso assim, que sabe de tudo,pode tudo, está em todos os lugares mas não age para ajudá-lo, só brinca, incita o ódio e o desamor, então esse ser não tem necessidade de existir, pelo menos no mundo interno daqueles que se sentem excluídos.
Não se deve responder o ódio com amor e sim no mesmo tom. O assassinato não deve ser resolvido com o perdão, o estupro idem, o roubo, a agressão física e verbal, nada disso deve ser aceito de bom grado, deve-se responder a tudo isso com a sua ação equivalente devida.
Façamos justiça com as nossas mãos, por que entregar o nosso poder para outros que nem conhecemos? Não há sentido nisso, portanto, aos exluídos, cansados e sobrecarregados de tanta frustração se prostrarem e permanecerem calados.
Ide e vede no se interior e isso vos aliviará.
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